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Série Ester – Final

Olá Meninas!
Chegamos ao fim da nossa série. Foram emocionantes essas seis semanas e espero voltar em breve com uma nova história para vocês. Agora vamos ver o grande final de Ester.
Anteriormente vimos que Hamã foi morto na sua própria forca a mandato do rei Assuero ao descobri seu plano contra o povo da sua amada rainha. E naquele mesmo dia o rei deu a casa e todos os bens de Hamã para Ester e ela revelou ao rei que Mordecai era o seu primo que tinha a criado. Assuero, então tirou o seu anel, o mesmo que selo o decreto, e deu a Mordecai e ele tornou-se superintendente da casa de Hamã.
No entanto, Ester muito chorou e suplicou ao rei para cancelar a maldade que Hamã tinha preparado, porém um decreto do rei não poderia voltar atrás. Hamã se foi, mas o decreto permaneceu. Então o rei deu autoridade para Ester e seu primo escrever outro decreto que anulasse de alguma forma o primeiro.
E assim foi feito. Um novo decreto foi enviado a todos os cantos do reino Persa, nele havia a permissão para que os judeus se reunissem e se defendessem contra os inimigos. Esse novo decreto foi publicado no mês de sivã, ou seja, 9 meses antes da data estabelecida para o extermínio. Além da proteção, Ester teve a ideia de acrescentar um beneficio a esse novo decreto: os judeus teriam o direito de ficar com os bens dos inimigos, assim como Mordecai ficou com tudo que pertencia a Hamã.
E os dias após o novo decreto foram de muita alegria, era nítida a mão de Deus sobre a vida deles, foram dias de gratidão e felicidade, alem de bastante preparação para o dia de luta. Ao chegar o 13ª dia do mês de adar – dia D, os companheiros de Hamã estavam com muita fome de vingança, mas a vitória foi do povo de Deus. Somente em Susã, os judeus derrotaram mais de 500 homens e não ficaram com nada que pertencia aos inimigos, apesar da autorização.

Naquele mesmo dia o total de mortos na cidadela de Susã foi relatado ao rei, que disse à rainha Ester: “Os judeus mataram e destruíram quinhentos homens e os dez filhos de Hamã na cidadela de Susã. Que terão feito nas outras províncias do império? Agora, diga qual é o seu pedido, e você será atendida. Tem ainda algum desejo? Este lhe será concedido”. Respondeu Ester: “Se for do agrado do rei, que os judeus de Susã tenham autorização para executar também amanhã o decreto de hoje, para que os corpos dos dez filhos de Hamã sejam pendurados na forca” Ester 9:11-13

E o pedido foi concedido. E no 15ª dia do mês eles descansaram e festejaram. Mordecai determinou que todo os anos os judeus comemorem o acontecimento nos dia 14 e 15 do mês de Adar, pois Deus deu o livramento no mês que o inimigo disse que era de morte tornou-se o mês de vida e libertação.

“Pois Hamã, filho do agagita Hamedata, inimigo de todos os judeus, tinha tramado contra eles para destruí-los e tinha lançado o pur, isto é, a sorte para a ruína e destruição deles.Mas quando isso chegou ao conhecimento do rei, ele deu ordens escritas para que o plano maligno de Hamã contra os judeus se voltasse contra a sua própria cabeça, e para que ele e seus filhos fossem enforcados.Por isso aqueles dias foram chamados Purim, da palavra pur. Considerando tudo o que estava escrito nessa carta, o que tinham visto e o que tinha acontecido,” Ester 9:24-26

purim
A festa do Purim simboliza a vida, no dia que deveria ser o holocausto nasceu a esperança. Ester fez questão de registrar as particularidades de Purim (oração, jejum e celebração) para que os judeus jamais se esqueçam da fidelidade de Deus com seu povo.
“Ester é uma história de triunfo que emergiu da tragédia, êxtase em vez de agonia, comemoração em vez de devastação.” (SWINDOLL, Charles R. Ester: uma mulher de sensibilidade coragem. 2001)
A sua pode ser igual!

Beijos da Cel.

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